Warning: include(includes/menu.inc) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /home/dedevargas/public_html/cv_011.php on line 63
Warning: include(includes/menu.inc) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /home/dedevargas/public_html/cv_011.php on line 63
Warning: include() [function.include]: Failed opening 'includes/menu.inc' for inclusion (include_path='.:/usr/share/pear') in /home/dedevargas/public_html/cv_011.php on line 63
|
|
Dedé em Paris!!
Definitivamente é impossível tentar definir ou descrever esta cidade.
Teria de dizer todos os clichês possíveis (Linda, Maravilhosa,
exuberante, etc...) e depois ainda entrar em detalhes. Mas não se
preocupem não vou por este lado. Talvez uma só palavra descreva um
pouco do que senti por aqui: "Impactante". Esperava muito de Paris de
tudo que havia lido, visto e escutado falar, mas o "muito", era muito
pouco. Hoje multiplicaria o meu muito por 20, 50 vezes mais do que
imaginei.
Bem, mas minha chegada em Paris não foi nem um pouco glamurosa.
Havíamos reservado um hotel bem perto do centro, umas 8 quadras do
Centro Cultural Georges Pompidou, estação Gare du L'este do metrô.
Vimos no mapa que seria possível fazer toda a parte cêntrica a pé.
Ok. O problema foi quando saímos da estação do metrô... confesso que
achei que havia chegado no "Quênia". Teria me equivocado de País?
Será que o trem que partia desde Barcelona não havia cruzado a
fronteira com a França, mas sim descido e atravessado o "Estreito de
Gibraltar"? Nada disso. Eu estava sendo apresentado a Paris através
do Bairro dos Imigrantes africanos. Caramba, isto é Paris? Pensei
comigo "Muita calma nesta hora, Dedé"! Era hora de relaxar,
pegar o mapa e tentar localizar o hotel, ali mesmo no meio povo.
Depois de andarmos umas quadras para a esquerda, outras para a
direita, subir em direção ao norte, descer em direção ao sul,
fomos descobrir que o hotel estava ao lado da estação em que
descemos, a poucos metros.
Uma das coisas que aprendi nesta viagem foi de que “NUNCA ACREDITE
NA PRIMEIRA PESSOA QUE TE DEU UMA INFORMAÇÃO”, ande mais alguns
metros e pergunte a uma outra pessoa. Se esta ultima te informar a
direção contrária, respire fundo e comece tudo de novo, até que duas
informações coincidam. Outro detalhe muito, mas muito importante para
quem quer viajar para um país de língua estrangeira: "APRENDA A LER
MAPAS", isto é fundamental, ecomizará um tempo precioso e te livrará
daquele clássico sentimento de impotência de "estou perdido". Também
podes aprender a ler placas, seguir pegadas, ter olho vivo e faro
fino, ah eu tenho certeza que você vai precisar de tudo isto e muito
mais. Em último caso não se desespere, não esqueça que quem tem boca
vai - não só a Roma - mas a todo lugar do mundo, mas nunca esqueça
daquilo que falei acima.
Você sabe o que é estar perdido, sozinho, no meio das 14 linhas
(É, amigos, Paris tem 14 linhas de metrô) do metrô? Eu sei. E ao
contrário do que estava acostumado a escutar, de uma maneira geral os
franceses nos trataram muito, mas muito bem. Muitas vezes, quando lhes
perguntava alguma coisa na rua, eles faziam questão de me acompanhar
por algumas quadras e indicar o lugar que estava buscando. E isto que
sempre fazia as perguntas em Inglês. Realmente confesso que não tive
nenhum problema quanto a isto e algumas vezes até encontrei pessoas
que falavam espanhol. Claro, é fundamental (até mesmo por educação)
que você saiba o trivial da língua do país que esta visitando,
coisas como "por favor", "obrigado", "bom dia", etc... É preciso
mostrar um pouco de boa vontade, isto sempre irá facilitar na hora de
tirar uma dúvida. Agora, se você não fala nada de inglês, adie a
sua viagem e matricule-se urgente no CCAA, ou você pode querer voltar
para casa mais cedo.
Malas no quarto do hotel. Era preciso ver o que Paris tem além do
bairro africano. Qual a melhor maneira de descobrir isto? A pé;
isto mesmo, pernas pra que te quero...
Primeira parada, Catedral de Notre Dame. Fila pequena, entrada
gratuita, foi só apreciar os vitrais, pinturas e todo aquele estilo
gótico que nos remete a Idade Média, mais um pouco e topava com
Napoleão ali, ajoelhado, rezando de mãos dadas com o corcunda de Notre
Dame. Já que eles resolveram não dar as caras, segui em frente pelo
charmoso bairro "Ile de la cite". Caramba, este bairro onde está a
Catedral é uma pequena ilha!! Que beleza! A cada quarteirão o queixo
caia mais um pouco e a baba escorria... Paris não é somente uma
Catedral, um palácio ou um monumento bonito, é TODA A CIDADE! Isto
foi o que mais me impactou. Pensei em ver uma, duas, três ou até
dez coisas bacanas, mas não, tudo impressiona.
Cheguei até o museu do Louvre pela parte de trás. Lembram do livro
ou do filme "O Código da Vinci"? Pois é, tava tudo ali ao alcance
das minhas mãos. As pirâmides de vidro, o complexo dos prédios, a
entrada para o museu. Só de imaginar que aquilo um dia foi um
forte, depois um palácio e agora, o mais famoso museu do mundo...
minhas pernas começavam a temblar. Não sabia por onde começar a
tirar as fotos. Hansi não quis entrar no museu, fiquei sozinho. Me
sentia extasiado. Clic, clic e mais clic, era preciso registrar tudo,
afinal eu estava no Louvre. Depois de passar por muitos seguranças e
uma revista, lá estava eu baixando as escadarias para comprar a
entrada (acho que 8,50 euros). Meu estômago embrulhava. Estava perdido,
não sabia por onde começar. Pensei "Monalisa, Vênus de Milo... é um
bom começo". Caramba, eu dava voltas e voltas, subia, descia,
esculturas de Miguel Ângelo, mil e uma gravuras, quadros e mais
quadros, artes de todas as épocas e povos. E já se iam umas duas
horas lá dentro e começava a ficar tonto (Para conhecer todo o museu,
com certeza algumas semanas...o troço é enorme!!). Até que setas
indicavam: Monalisa. Gelei. Seguia o povo que em procissão iam na
mesma direção, até que, Oh my God!! Não, eu não estava impressionado
com o quadro, "toillet, s'il vous plait" (banheiro, por favor),
perguntei ao segurança, era isto mesmo, eu havia acabado de me cagar!!
"Estas coisas só acontecem comigo... merci beaucoup" e corri
para o banheiro. E lá deixei minha primeira cueca cagada, em pleno
museu do Louvre, será que eles vão colocar em exposição? Mas calmem,
minha bermuda estava intacta; desta forma, pude seguir minha visita
ao Louvre. Depois foi ver a Vênus de Milo, Vitória e um monte de
outras coisas maravilhosas que eu não tinha a menor idéia da sua
existência, foi apenas apreciar e pensar "Que ignorante que eu sou,
não sei nada"! Bem, já era hora de pegar minha ignorância, juntar
com os movimentos de minha barriga e sair fora. Sei lá quantas horas
fiquei lá dentro, mas não vi nem 1/10 do museu – também, depois de
algumas horas, tudo começa a parecer meio igual.
Saí do Louvre e dei de cara com um arco. Uau, o Arco do Triunfo!!
Mas espera aí, o Arco do Triunfo passam carros embaixo e este aqui não.
Porém, confesso que achei este arco mais bonito que o famoso. Depois
dali foi só seguir em linha reta (em Paris é tudo muito grande, longe,
enorme!). Jardins des Tuileries, place de la concorde, até chegar a
famosa Av. Champs Elysees e caminhar, caminhar e caminhar até o
esperado Arco do Triunfo. Estava muito cansado e depois do acontecido
no Louvre me sentia um pouco fraco, desidratado. Era hora de parar,
sentar, tomar um café e refletir sobre tudo que havia visto até então.
Ah, antes entrei no túnel que dá acesso ao Arco do Triunfo. É
impossível chegar até o Arco caminhando pela rua, já que nele
desembocam 12 (eu disse doze!) ruas, loucura total. Naquele dia
resolvi não subir ao topo. Tinha planos de subir as escadas da
Torre Eiffel. Fiquei ali pensando (no pouco que sabia) sobre a
história daquele Monumento, símbolo da Nacionalidade dos Franceses,
o quanto ele representava (significava) para aquele povo e de todos
os grandes momentos que haviam sido comemorados ali, já que o
nome é Arco do Triunfo, inclusive aquela copa que a França ganhou
em cima do Brasil. Ah, ao pé do arco está o Túmulo do Soldado
Desconhecido, que representa todos os soldados franceses mortos em
batalhas – a mesma idéia do Arco dos Expedicionários, ali na Redenção
(em Porto Alegre), onde se pode ver o nome de todos os soldados
que foram enviados para a guerra.
Depois de um merecido descanso no hotel era hora de relaxar um pouco
e curtir a noite parisiense. Já tinha referencia de alguns bares que
gostaria de conhecer e estavam todos ali... próximos uns dos outros
na pequena e charmosa rue Lombardi. Não foi difícil fazer amigos,
conversa vai, conversa vem e já éramos íntimos do dono de um dos
bares – o bar chama-se "Wolf" e pertence a um casal de libaneses - que
nos convidou com alguns tragos e nos apresentou algumas pessoas.
Depois fomos convidados para jantar com um grupo de amigos do bar
em um restaurante próximo. Pronto, já estávamos enturmados e sabíamos
todos os "locais" onde deveríamos conhecer na cidade. Jantamos e
seguimos peregrinação pelos bares de Paris. O bacana destes bares (Pubs)
é que vc não paga para entrar, paga somente o que consome (e não
existe consumação mínima), assim você pode girar por vários bares na
mesma noite, ótimo. Nesta noite aconteceu uma coisa muito engraçada.
O libanês havia me apresentado um cara que trabalhava no bar com ele.
Era um turco (na verdade curdo, da região do sul da Turquia,
fronteira com o Iraque) que veio de Istambul e estava morando há algum
tempo em Paris. Tentamos conversar, mas foi muito difícil porque o
cara só falava turco ou francês e praticamente nada de inglês.
Dentro do possível tentei lhe contar que tinha um contato de um amigo
turco que havia conhecido através da internet e que iria ligar para
ele quando chegasse em Istambul. Ele me perguntou como era o nome
deste amigo, eu lhe disse que era "Can", e havíamos "chateado"
algumas vezes e ele me passou o seu telefone. Surpreso, ele me olha e
pergunta:
- Você não é de Porto Alegre?
Mais surpreso ainda lhe respondo:
- Sim, mas como sabe de onde sou?
- É porque eu sou Can! E não vivo mais na Turquia, agora estou
aqui em Paris. Caramba, você é o cara que eu conversava pela internet
e que eu ia ligar lá na Turquia?
- Sim, creio que sou eu!
Rimos e ficamos felizes de termos nos encontrado por Paris, já
que em Istambul eu jamais iria vê-lo. Aqui um a parte, em algumas
vezes quando falei que era de Porto Alegre, algumas pessoas
sorriram e de imediato ligaram a cidade ao fórum social mundial,
diziam "Ah, sei sim, é a cidade do fórum!". Me sentia orgulhoso.
Outra enorme (claro, estamos em Paris tudo aqui é muito grande)
coincidência ocorreu quando eu saía de um outro bar. Passei por um
grupo de pessoas e dentre eles um cara me pareceu familiar. Parei e
fiquei pensando - De onde eu conheço este cara?. Enquanto meu
cérebro dava volta e vistoriava todos os ficheiros de minha mente,
resolvi aproximar-me um pouco mais. Voltei a pensar - Acho que vou
pagar um mico se for falar com o cara?. Pensei de novo:
Foda-se, ninguém me conhece por aqui mesmo. Tomei coragem e me
apresentei. - Hi! I am André from Brasil e blá, blá, blá....
Ele me respondeu que eu também não era estranho para ele. Depois lhe
perguntei de onde ele era, me respondeu que era de Montreal, Canadá.
Bingo!! Lhe disse um nome - Ivo. Ah, claro, Ivo, o brasileiro que
estava vivendo lá em Montreal. Yes! O Ivo me havia apresentado a Neil
(o nome do Canadense) através da internet na época em que viveu no
Canadá e durante um tempo havíamos conversado pelo chat. Pronto,
mais um amigo virtual que se tornou real. E mais, um amigo de Montreal
que acabei conhecendo em Paris. Realmente o mundo é muito, mas muito
pequeno. Conversamos e nos divertimos pelos bares de Paris. Ao final,
Neil me convidou para conhecer Montreal – justo para quem ele foi
fazer o convite – Olha que eu vou mesmo hein?!?! - lhe respondi
contente.
Antes de chegar a Paris, conversava com alguns conhecidos que
diziam que chovia sem parar há dias. Por sorte, no dia que chegamos a
chuva deu uma trégua. Mesmo assim esperei um dia mais aberto para
visitar a Torre Eiffel. Depois de avistar o alto da torre não há
como se perder, é só seguir pelas margens do rio Sena. E assim,
aos poucos, ela ia se insinuando, majestosamente, crescendo ali
(com seus 320m), bem em frente aos meus olhos. Já havia sonhado muitas
vezes que estava na torre, por isto ela tinha um significado especial
para mim. Chegar a sua base foi quase um ritual, subir também. Não
havia muita fila e foi tranqüilo encarar (os muitos degraus) até o
alto. E pensar que esta torre foi construída apenas para uma feira
mundial (em comemoração ao centenário da Revolução Francesa - aquela
revolução do fim da monarquia na França) e depois deveria ser
destruída... Na época era vista por muitos, inclusive por artistas
da época, como uma coisa inútil, feia, sem serventia. Nem imaginavam
que mais tarde este monstro de ferro seria o símbolo de Paris.
O dia em que fomos visitar o chateau de Versailles, não me sentia
bem. A diarréia persistia, mas eu não queria me entregar (calma
gente, eu não fiz nada de estranho lá em Versailles). Neste dia
(segunda-feira), não se podia entrar dentro do palácio porque estava
fechado, mas só a visita aos jardins valeu a pena. É tudo muito, mas
muito grande e bonito. Não é a toa que Luis XIV era chamado de
"Rei Sol", ele era mesmo "exagerado". Andei o que pude, mas também não
consegui chegar ao final dos jardins, creio que nas fotos se pode ver
um horizonte ao fundo que ainda é parte dos jardins. Loucura total.
Muitas obras de arte espalhadas por todo o lado, o cuidado, o zelo, a
manutenção impressionam. Além de muito grande é tudo muito, mas
muito bem preservado. Sai dali contente, porém acabado. A mistura de
"comer no bairro africano", "Caminhar durante o dia" e "Sair e beber
à noite", não podia resultar em outra coisa.
Tinha muita febre e me sentia cada vez mais fraco. Até que medi
a febre e estava em 39 graus. Urgente resolvi ativar o seguro médico.
Demoraram mas chegaram até o hotel. A médica (pelo menos assim se
apresentou) era muito bonita. Uma negra toda fina, mas não sabia um
ovo de nada. Tinha de lhe dizer o que deveria me receitar. Pensava
que eu estava com hepatite e queria me fazer vários exames, tentava
lhe dizer que o que eu tinha era uma infecção intestinal. Ao fim, me
deixou uma receita (e carimbou com o nome de um médico, que
nega safada esta!!) e ficou de mandar um rapaz para coletar
sangue para análise de hepatite. O rapaz veio, coletou e mais tarde
veio a resposta do exame que não era hepatite (eu já sabia isto).
Não satisfeitos com o resultado do exame em plena madrugada, o convênio
médico manda um médico para me examinar. Ao fim, ele me queria levar
até o hospital para fazer uma série de exames. Inclusive, comentou na
hipótese de ter que voltar direto ao Brasil. Me recusei e lhe disse
que tinha de seguir viagem. Por um momento, senti que eles pensavam
que eu (um sul americano que vivia junto aos índios) estaria
levando uma nova enfermidade para a Europa e deveria ser
transportado em uma imensa bolha e isolado de todo mundo até
descobrir que caralho de coisa este "Sudaca" tinha. Na verdade, o
que eles queriam era tirar uma grana do meu convênio, com uma série
de exames. Sem a receita de um antibiótico, já na cidade de
Veneza, fui a farmácia e expliquei o caso a um farmacêutico. De
imediato, me recomendou um antibiótico de ação direta para infecções
intestinais. Comecei a tomar e dentro de alguns dias já estava bem.
No total, foram como 7 dias com diarréia. Ufa, por alguns momentos
pensei que minha viagem terminaria ali.
Devido ao acontecido ficamos 2 dias mais em Paris. Cortamos a
cidade de Milão e fomos direto para Veneza.
O triste foi ficar um dia e meio trancado dentro do hotel, até
me recuperar um pouco. Aquilo para mim era a própria escravidão.
Paris lá fora pedindo para ser vista e eu ali naquele quarto de
hotel – e justamente foi o dia em que o sol estava a pleno.
Depois ainda tive tempo de cortar o cabelo, o que foi mais que
uma aventura. Entrei em um dos muitos salões de beleza do bairro.
O bairro era especializado em perucas e corte de cabelos para pessoas
da raça negra, era um negócio do lado do outro. Sem vergonha
nenhuma entrei, negociei o preço e sentei. Quando olhei ao meu
redor eram mais de 20 pessoas (todos negros), com os mais variados
tipos de cabelos, cortes, perucas, dreads, blacks, enfim, todas
aquelas coisas bonitas que os negros fazem com os seus cabelos, e
eu era o único branco, ali sentado e quase sem cabelo nenhum.
Realmente era uma cena muito engraçada, pensei em pedir para tirar
uma foto, mas fiquei com vergonha.
Por último, um passeio pelo bairro “Defensa”, o bairro moderno da
cidade. É lá também que está o "Novo Arco", com suas dimensões
e arquitetura impressionantes.
Não sei quanto tempo é necessário para se conhecer Paris. Creio que
mais de um mês, certamente. Tudo realmente impressiona – não só Monet
e seu impressionismo. Parar em um café, sentar, tomar um capuccino
com um baguette era mais que prazeroso... quase sexual. Observar as
pessoas que passavam na rua também – várias etnias, cores, raças...
Os parisienses e suas "délicatesses". Ouvir Edith Piaf, mesmo que ao
fundo. Recordar o filme “Amelie Poulain” e ter a certeza de que você
realmente está em Paris. Até mesmo um simples passeio de barco pelo
rio Sena, que por vezes pode ser cansativo, tinha o seu momento.
Enfim, para um cara bobo como eu que se emociona com cada novo
lugar que conhece. Paris foi como ser atropelado por um trem cultural.
Foi como bater de frente com o novo (velho mundo) para mim. Sai
dali com uma imensa dúvida, se ainda seria capaz de me emocionar com
todo o novo que me esperava pela frente, sem cair na bobagem de
comparar com tudo aquilo que já havia visto até aqui... Querem
saber como foi? Aguardem que já estou chegando em Veneza,
definitivamente uma cidade em que não existe outra igual.
Abraços... Dedé Vargas.
|
[ Clique nas imagens para visualizá-las ampliadas ]
|
|
|
|
|
Bairro Africano
|
|
Rio Sena
|
|
|
|
|
|
Notre Dame
|
|
Louvre
|
|
|
|
|
|
Louvre
|
|
Com Vênus de Milo
|
|
|
|
|
|
Arco
|
|
Arco do Triunfo
|
|
|
|
|
|
Arco Moderno
|
|
Torre Eiffel
|
|
|
|
|
|
Torre Eiffel
|
|
Jardins de Versailles
|
|
|
|
|
|
Jardins de Versailles
|
|
Jardins de Versailles
|
|
|
|
|
|
Com Luís XIV
|
|
Jardins de Versailles
|
|
|
|
|
|
Jardins de Versailles
|
|
Jardins de Versailles
|
|
|